Nota do Sintravers

Prezados senhores, tendo em vista a reunião dos proprietários de frotas JSL, e que para a mesma não fui convidado a participar, venho esclarecer alguns pontos. Primeiramente quero dizer que esse boato de que poderia ter participado dela não condiz com a verdade. Imperioso destacar que em momento algum participei de qualquer grupo. Estive sim reunido um dia antes com a comissão, porém não falaram absolutamente nada a respeito, ficando claro a intenção de que não fizesse parte dela, e sim se revelou a forma como preferiram me colocar as coisas a seu bel-prazer.
Por sorte tivemos algumas pessoas que fazem parte da diretoria que expuseram o contraponto. Em relação a empresa citada na reunião, venho de antemão informar que realizei uma consulta com a comissão. Tomei conhecimento que o Sr. Fabiano e o Sr. Ferrazo disseram que eu havia dito que se não fosse no amor seria na dor. Esclareço tal afirmação não é verdadeira, pois expliquei de forma detalhada o que poderia acontecer, bem como o fato da empresa em questão ter assumido o compromisso que colocaria carreteiros em não apenas em determinadas plantas e sim em todo seu segmento de atividades. Este é o real motivo da colocação 100% de nada ou 50% de tudo.
Bem, lamentavelmente já estamos acostumados a maledicência de pessoas que estão voltadas ao interesse próprio ou de um pequeno grupo que se associa a estes em detrimento de toda uma entidade.
Quero deixar claro que jamais pensamos que pudesse ser o serviço, seja qual for, que não em benefício do associado. Destaco que durante os 18 anos de luta em favor da categoria e de todos que dela fazem parte enfrentei inúmeras vezes, sem desconfiar, muitos lobos em pele de cordeiro, os quais descaradamente barganhavam em nome dos senhores (as) em benefício próprio.
Para tanto, usavam os meios e argumentos mais estapafúrdios, sob a alegação de que para isso ou aquilo acontecer eles teriam o papel fundamental de convencer os que fazem parte do sindicato sobre a matéria a discutida e tomada. Mas não se surpreendam se lhes disser que para tanto teríamos que privilegiar estes em detrimento dos demais.
Com toda a sinceridade que me cabe, lhes asseguro que esta situação foi por mim vivida inúmeras vezes e assumo a culpa também de ter cedido a estas imposições, ainda que contrariado. Tenho conhecimento que eticamente até foi errado, entretanto, necessário esclarecer que a maioria das decisões eram de bate-pronto, com decisões que tinham de ser tomadas muito rápidas. Assim, chamávamos supostamente os formadores de opinião para conversar e explicar o que se passava.
Ocorre que isso não era de graça e menos ainda para contribuir com o sindicato e tampouco com os que o integram. Ao contrário, era sempre seguida de alguma chantagem. Assumo tais erros, mas asseguro a todos de forma reiterada que nunca houve a intenção de tirar alguma vantagem ou até mesmo de me locupletar.
Tudo que ganhei foi de uma pessoa. Pessoa essa que tudo literalmente nos deu, pois se não por ela fosse, que lamentavelmente não mais está entre nós, nada teríamos.  Posso assegurar a todos, que dois de nós foram privilegiados de tê-lo como amigo, e o SINTRAVERS tem a obrigação de dizer que se trata de um verdadeiro amigo desta entidade.
Feitas estas colocações, me coloco à inteira disposição de nossos associados para qualquer esclarecimento, para que não pairem dúvidas ou controvérsias como as que recaíram nos últimos dias.
Impressionante o que colocaram a circular entre os integrantes do setor de cegonheiros, como corriqueiramente tem acontecido. Nós estamos sendo bombardeados com mentiras, acusações falsas e levianas, além de interesses escusos por quem não merece o menor crédito e comprometendo a categoria.
Sem medo de errar, o grande protagonista de toda essa canalhice tem nome e chama-se Sr. Adalberto!!!
Vocês o conhecem???
Não?!
Então em poucas linhas vou apresentá-lo para que o conheçam (ou reconheçam), e quem sabe isso toque a consciência de alguém, e que esse alguém tenha coragem o bastante de excluir um elemento desqualificado como esse não apenas do setor de cegonheiros, mas da nossa categoria de transporte.
O Sr. Adalberto um dia foi presidente do sindicato dos motoristas de São Bernardo do Campo. Tal indivíduo administrou tão bem o sindicato que foi necessário um interventor judicial diante das avalanches processuais que envolveu o seu nome e a entidade em razão de falcatruas e vigarices que esse verdadeiro bandido praticou, se locupletando e tirando dinheiro de tudo e de todos.
Para quem o conhece melhor, sabe que não é de hoje que esse vigarista se vangloria de possuir muitos bens e uma condição socioeconômica privilegiada. Todavia, o que ele não fala e que muitos ingênuos não sabem ou preferem não saber é a forma que esses bens foram adquiridos.
Caiam na realidade!
Vocês têm ideia de quantas pessoa ele roubou??!!
Ele foi expulso de São Bernardo do Campo!
Se trata de um oportunista e vigarista nato, que ganhou dinheiro chantageando e extorquindo os demais em nosso setor nas mais variadas formas e condições, como o SINTRAVERS está vivenciando hoje.
Até onde se sabe, ele nunca ganhou um centavo que fosse de maneira honesta. Ao contrário sempre foi em detrimento de alguém, passando os demais para trás. O Sr. Adalberto é um ladrão, vigarista, pilantra, salafrário, oportunista, ou seja, um lixo como pessoa e ser humano, incapaz de fazer algo por alguém ou pelo setor senão a si próprio.
Aliás, neste quesito é difícil de identifica-lo como ser humano, pois não sobrou nada neste desqualificado, resto de lixo humano que se assemelhe a uma pessoa. Tanto isso é verdade que, demonstrando mais uma vez sua ausência de qualquer forma de consciência ou gratidão que uma pessoa normal poderia ter, após o SINTRAVER o ter acolhido e conseguir postos de trabalho que pudesse exercer a sua profissão, esse vagabundo quer fazer aqui o mesmo que fez no SIMOC, além de denigrir a imagem não apenas dos diretores do sindicato, mas de todos que dele fazem parte, com nítido propósito de assumir a direção dessa entidade.
E tudo através de mentiras, falácias no intuito de induzir em erro os mal-informados para que apoiem a sua causa. Tanto isso é verdade que esse calhorda andou espalhando pelos cantos de uma empresa do setor de transportes que a atual diretoria do SINTRAVERS estaria fazendo comércio de vagas.
Ironicamente, mas sem surpresas, esse vagabundo que ganhou a vida e tudo o que ele tem à custa dos outros, teve a capacidade de ir até a São Paulo exigindo e chantageando dela 8 vagas.
É o cúmulo da falta de caráter!
Lamentável que o sindicato tenha acolhido esse resto de lixo humano que nem de longe é capaz representar nosso setor e categoria. A bem da verdade, ele não é capaz de representar o interesse de ninguém além de si próprio como já indagado.
Um elemento como esse que não tem o menor escrúpulo em passar por cima de quem quer que seja não deve ficar em nosso sindicato. Devemos tomar medidas para que ele seja expulso daqui, a título exemplar como fizeram em São Bernardo do Campo.
Quanto a prestação de contas que ele está questionando, até onde se sabe o sindicato não tem nada a esconder, restando todas as informações abertas para qualquer dúvida aos interessados, inclusive com aprovação do seu conselho fiscal.
Este é um apelo que se faz para que possamos garantir a estabilidade e credibilidade do setor, deixando de fora esse vigarista que tenta se associar com outros oportunistas ou desinformados que acreditam nas mentiras e falsas promessas.
Não devemos cair no mesmo erro de São Bernardo do Campo. O Sr. Adalberto é um mal, uma parasita sanguessuga que precisa ser removido de nossas vidas de uma forma ou de outra para que possamos sobreviver e ganharmos o nosso sustento e não nos sujeitarmos a forma escusa como este criminoso quer conduzir o sindicato.
Diretoria do Sintravers