Acusações de ex-proprietário da Esquadra também foram levadas ao conhecimento do Cade para avaliação

Nos documentos que o site Livre Concorrência teve acesso, Tecban e TBForte reportam que, como parte de uma provável nova rodada de ataques, tomaram conhecimento de declaração de um dos proprietários da Esquadra Transporte de Valores e Segurança, empresa de menor porte, que decidiu encerrar suas atividades em transporte de valores e que provavelmente já vendeu seus ativos remanescentes.

Marcos Vinicius Ferreira Gonçalves, quotista da Esquadra, lavrou em escritura pública perante o 7º Tabelionato de Notas de Belo Horizonte(MG), apontando uma série de acusações e fatos infundados que revelam o caráter persecutório. Diante de temerárias acusações, a TecBan ajuizou perante a Comarca de Belo Horizonte ação contra Marcos Vinicius em que requer “a imediata retratação das falsas alegações e a abstenção de atos similares”. A declaração, que apresenta erro grosseiro, encontra-se agora em discussão judicial. No documento firmado em cartório é dado fé que o declarante “é maior. Nascido em 12 de março de 2005 – portanto com 15 anos”, segundo constatou o Livre Concorrência.

Diante de notícia de que a Esquadra possivelmente teria encerrado suas atividades, a TecBan e a TBForte questionam qual foi a destinação dos numerosos ativos da Esquadra que informa retirar-se do mercado – se foram adquiridos por Prosegur, Brink’s ou Protege. A petição questiona, inclusive, se tal operação seria de notificação obrigatória ao Cade.