“Até quando, Catilina, abusarás de nossa paciência?”

A famosa frase proferida por Cícero, no Senado de Roma, nos idos de 60 AC, pode ser perfeitamente trazida para o Brasil da atualidade. E pode, com certeza, ser transferida para as atitudes do político e empresário Vittorio Medioli por seus ataques sem limites à atuação do site Livre Concorrência. A ser verdadeiro o preceito constitucional de que todos são iguais perante a lei, não há qualquer motivo que me leve a ter medo de Vittorio Medioli, embora conheça gente desse setor que prefere fugir, perder algo, a enfrentar Medioli. Sou diferente, gaúcho de Uruguaiana. Aos ataques sistemáticos e descabidos que remontam ao ano de 2004, as reações serão imediatas, precisas, cirúrgicas e sempre ao lado das autoridades constituídas deste país.

Não há motivo algum para calar-se ao vergonhoso e escandaloso assédio processual intentado por Vittorio Medioli, que é absolutamente contrário à livre concorrência neste país. Ele trabalha, segundo documentos apreendidos pela Polícia Federal, para acabar com a concorrência, quer concedendo descontos de até 60% nos fretes, quer pelo fato de suas empresas financiarem movimentos de cegonheiros para abafar manifestações que buscam apenas um espaço no bilionário setor de transporte de veículos novos concentrado nas mãos de pouquíssimos.

Poderia, com certeza, utilizar as mesmas expressões desqualificadoras empregadas por Décio Freire nas medíocres petições recheadas de ranços, copiadas e coladas, criadas a soldo de Vittorio Medioli. Mas em respeito aos nossos leitores, que merecem ler textos qualificados, não farei isso. A falta de criatividade, o vocabulário arcaico, as imprecisões e a insistência em ajuizar queixas crime com o mesmo propósito mostram, com clareza, a ausência de consistência, a falta de argumentos convincentes que leva Décio Freire a acumular derrotas não só para si, como para seu chefe. E derrotas que se espalham por quatro estados: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Enquanto Medioli mente 18 vezes num depoimento de 22 minutos à Justiça gaúcha, alegando inclusive que este profissional fica “migrando de endereço para não ser citado” – o que é mais uma grosseira inverdade – o juízo da 2ª vara criminal da comarca de Betim, na mais nova intentada queixa-crime contra o site e o empresário Sérgio Gabardo, não encontra Medioli para ser citado no endereço em que o advogado Décio Freire, a soldo do político e empresário, informa na petição inicial.

Mas… até quando Catilina, abusarás da nossa paciência?

Soma-se a isso, o mais recente episódio chancelado por esse escritório de advocacia (DFA) que, de forma desleal – o que poderá ensejar uma condenação por litigância de má-fé – , esconde maliciosa e propositalmente, o fato de a justiça de São Bernardo do Campo (SP) ter concedido a prescrição punitiva à acusação que pesava sobre o seu chefe na ação penal movida pelo Gaeco. Mal-intencionado, preferiu esconder a informação, agindo, inclusive, contra os interesses do próprio chefe. Caso estivesse imbuído de bom-senso e lealdade, o escritório DFA deveria ter encaminhado cópia do documento à redação. Com certeza a notícia sobre mais uma prescrição beneficiando o seu chefe, Medioli, seria publicada. Exemplo claro foi dado pelo site Livre Concorrência que publicou a extinção da punibilidade de Vittorio Medioli na ação que o condenou pelos crimes de evasão de divisas, antes mesmo de o advogado do político e empresário – Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay – ter tomado ciência da decisão.

Por fim, cabe esclarecer aos nossos leitores que a prática desleal de Décio Freire, a soldo de Medioli, continua e é sistemática, já que utiliza ainda, peças do inquérito policial instaurado pela Polícia Civil de Betim, por provocação do mesmo advogado, arquivado por não haver os mínimos indícios de minha participação naquela ou em qualquer outra associação criminosa que opere com vistas a denegrir a imagem de quem quer que seja, pessoa física ou jurídica. Ao mesmo tempo, utiliza-se de testemunhas duvidosas que nunca aparecem nas audiências designadas, assim como o próprio Décio Freire, que teme ser confrontado com um(a) integrante do Ministério Público ou magistrado(a).

Mas… até quando Catilina, abusarás da nossa paciência?

Ivens CarúsEditor

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Um comentário sobre "“Até quando, Catilina, abusarás de nossa paciência?”"

  1. LUIZ CARLOS BEZERRA disse:

    POIS É AMIGOS.
    NA MINHA OPINIÃO, ESSE POLÍTICO JÁ DEVERIA TER SOFRIDO O FAMOSO IMPEACHMENT DAS SUAS FUNÇÕES POLÍTICAS, COMO PREFEITO DE BETIM-MG, HÁ MUITO TEMPO, POR SER O GRANDE LÍDER DA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA, MAIS CONHECIDA COMO O “CARTEL DOS CEGONHEIROS”, QUE CAUSOU MUITOS PREJUÍZOS A NOSSA NAÇÃO, POR TANTOS ANOS.
    COMO ESSE PORTAL BRILHANTE, É O ÚNICO PORTAL JORNALÍSTICO QUE EDITA ESSAS MATÉRIAS, E NÃO ACEITOU SER CORROMPIDO DEVIDO A SUA REAL INTEGRIDADE MORAL E CÍVICA, É TERRIVELMENTE PERSEGUIDO ATÉ OS DIAS DE HOJE.
    SRS, JUÍZES ATUANTES NESSAS CAUSAS, CUMPRAM SUAS MISSÕES LEGÍTIMAS, NA FORMA DA LEI.
    ASSIM ESPERAMOS!
    SALVEM A NOSSA PÁTRIA AMADA: BRASIL!

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