Criminosos e assassinos estão à solta

Outros crimes aguardam solução. No Espírito Santo, o assassinato do presidente do Sindicato dos Cegonheiros, Ivan Demarch Tavela, ocorrido em 20 de novembro de 2011, na sede da entidade em Serra-ES, jamais foi esclarecido. Quatro dias antes, o líder sindical teve seu caminhão-cegonha incendiado criminosamente.

O delegado Josafá da Silva, da Delegacia de Crimes contra a Vida de Serra, responsável pela investigação, não descartou a ligação do crime com os incêndios. À época, chegou a afirmar que o homicídio foi encomendado. A Polícia chegou a distribuir retrato falado dos assassinos, mas ninguém foi preso.

“O assassinato tem características de execução. É crime de mando. Ele foi executado a mando das transportadoras ou por desafetos do sindicato.”

Delegado Josafá da Silva

Em setembro de 2014, o advogado Miguel Guerrieri morreu num estranho acidente de trânsito ao longo da BR-040, próximo ao município de Ouro Preto, em MG. A companheira Tereza Cristina Rodrigues Caldas, também advogada, não resistiu aos ferimentos e faleceu dias depois. Cerca de um mês antes, Guerrieri havia confidenciado a um delegado federal que estava sendo seguido. Foi orientado a adotar algumas medidas de segurança que se mostraram insuficientes. O advogado, que atuava em transportadora de veículos novos, era testemunha protegida da Justiça.

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