Defesa de Gabardo diz que ações de Medioli são movimentos ilícitos com viés concorrencial

A defesa do empresário gaúcho manifestou-se a respeito das decisões da Justiça de Betim que declinou da competência de duas queixas-crime movida pelo político e também empresário Vittorio Medioli. Ontem, a Justiça negou os embargos do prefeito à decisão.

Do Rio Grande do Sul

O advogado criminalista Carlo Masi, que representa o empresário Sérgio Mário Gabardo (Foto de abertura/Arquivo LC), proprietário da Transportes Gabardo, afirma que “as decisões judiciais reconhecem que as tentativas de ajuizamento destas ações na comarca de Betim (MG) não podem ser admitidas”. Ele argumenta que as duas queixas-crime protocoladas na cidade mineira, “certamente eram mais favoráveis aos interesses do prefeito – Vittorio Medioli, também proprietário do grupo Sada – daquele município”. Há, segundo Masi, claramente, da parte de Medioli, ”mais um movimento ilícito com viés concorrencial”.

Os fatos alegados por Medioli nas duas queixas, para o advogado de Gabardo, “em tese teriam ocorrido no Rio Grande do Sul, local da sede do site Livre Concorrência”. Além disso, Mais acrescenta:

“Sequer podem ser recebidas, seja porque padecem de inépcia, seja porque não estão amparadas em indícios mínimos de participação do empresário – Sérgio Gabardo. Há um movimento concorrencial, buscando prejudicar a imagem de Sérgio Gabardo junto ao setor de transporte de veículos. Sendo assim, medidas já foram adotadas para denúncia dos responsáveis às autoridades públicas competentes.”

Vittorio Medioli ajuizou duas queixas crime contra o empresário gaúcho e o editor do site Livre Concorrência, na comarca de Betim (MG). Queixa-se de as publicações atingirem sua honra e de suas empresas de transporte de veículos integrantes do grupo Sada. Alega que o empresário gaúcho paga ao editor do site para denegrir sua imagem, o que já foi rechaçado pela Justiça de pelo menos dois estados. A juíza Aline Damasceno Pereira de Sena, titular da 1ª Vara Criminal da Comarca do município declinou da competência, determinando que os processos fossem enviados para a comarca de Porto Alegre. Numa delas, Medioli apresentou embargos de declaração, que foram rejeitados pela magistrada na quarta-feira (24). A segunda já chegou ao Forum da capital gaúcha.

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Um comentário sobre "Defesa de Gabardo diz que ações de Medioli são movimentos ilícitos com viés concorrencial"

  1. LUIZ CARLOS BEZERRA disse:

    SRS. JUÍZES DESSAS CAUSAS, DECRETEM O FIM DA LINHA PARA ESSE ITALIANO, DEFINITIVAMENTE, ATÉ COMO POLÍTICO DE BETIM-MG! IMPEACHMENT JÁ!
    E, CANCELEM TODOS OS ALVARÁS DE FUNCIONAMENTO DE TODAS SUAS TRANSPORTADORAS, DECRETANDO O FIM DESSA FACÇÃO CRIMINOSA, DENOMINADA COMO O “CARTEL DOS CEGONHEIROS”!
    SÓ TEMOS É QUE PARABENIZAR A JURISPRUDÊNCIA ATUANTE NESSAS CAUSAS, BEM COMO AO EDITOR CHEFE DESSE BRILHANTE PORTAL, QUE NUNCA SE CORROMPEU, POR SER LÍCITO EM SUAS FUNÇÕES JORNALÍSTICAS!
    NADA MAIS A COMENTAR.

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