Ex-presidente da Volkswagen é acusado por fraude no escândalo dieselgate

Enquanto no Brasil a Volkswagen mantém-se alinhada impunemente à organização criminosa que explora o transporte de veículos novos, (causando um prejuízo de cerca de R$ 150 milhões por ano aos compradores da marca), na Alemanha a sorte da montadora é bem diferente. Lá, o ex-presidente da marca foi acusado por fraude por causa da participação da VW no escândalo conhecido por dieselgate.

No início desta semana, a justiça alemã acelerou os procedimentos para julgar criminalmente os envolvidos no escândalo. O ex-presidente da Volkswagen, Martin Winterkorn, e outros quatro executivos da fabricante foram acusados de fraude pela manipulação de milhões de carros a diesel a fim de driblar medidas contra a poluição.

Winterkorn foi acusado por “fraude” e “violação à lei contra a concorrência desleal”, informou a procuradoria de Brunswick.

A procuradoria não divulgou a identidade dos outros quatro acusados nem suas funções na Volkswagen. O grupo é acusado de ter feito “com o aval do ex-presidente”, em novembro de 2014, uma atualização “inútil” de um programa para continuar a fraude.

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