Júlio Simões não gostou da rejeição da Tegma à proposta de combinação de negócios

JSL, que entrou no mercado bilionário de transporte de veículos no início dos anos 2000 e que comprou no ano passado a Transportadora Transmoreno, não gostou da Tegma – alvo da Operação Pacto – ter rejeitado a proposta de “combinação de negócios”. A holding Simpar, que controla a transportadora com sede em Mogi das Cruzes (SP), respondeu por meio de novo Fato Relevante.

De olho no rentável mercado de transporte de veículos novos, a JSL teve sua proposta de “combinação de negócios” rejeitada pelo Conselho de Administração da Tegma Gestão Logística. A decisão, segundo Fato Relevante divulgado pela Tegma, foi tomada de forma unânime. Apesar de a Tegma estar sendo investigada no âmbito da Operação Pacto, deflagrada em 17 de outubro de 2019 pela Polícia Federal, Gaeco e Cade, a JSL demonstrou interesse em firmar a parceria e fez a proposta pública. A recusa, no entanto, levou a JSL a manter a disposição de executar sua estratégia de novas aquisições.

No comunicado divulgado na segunda-feira (19), a Simpar argumentou que “em virtude do caráter definitivo da proposta, a JSL reforça que seguirá executando seu planejamento estratégico independente da operação, seja de maneira orgânica ou através de aquisições, atuando como líder e consolidadora do setor de logística rodoviária no Brasil. No mesmo Fato Relevante, a JSL se queixou de não ter sido convidada a se reunir com a Tegma e seus assessores para apresentar, “em detalhes, o racional, os méritos da operação e potenciais sinergias, que beneficiariam de maneira equânime seus respectivos acionistas, clientes, colaboradores, motoristas de caminhão (próprios, terceiros e agregados), e o setor logístico brasileiro”.

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Um comentário sobre "Júlio Simões não gostou da rejeição da Tegma à proposta de combinação de negócios"

  1. Luiz Carlos Bezerra disse:

    Pois é meus amigos.
    Essa Transportadora Alemã conhecida como Tegma, sempre foi integrante do Cartel dos Cegonheiros, uma facção criminosa que existe há muitos anos, em nosso País, que atua desrespeitando todos os conceitos Legais, principalmente os da LIVRE CONCORRÊNCIA.
    Sendo assim, temendo represálias Federais, resolveu se venderem, mas seus Acionistas jamais aceitarão, por acreditarem que perderiam seus direitos financeiros, pois a dignidade empresarial, essa já perdeu, com a Operação Pacto.
    Da mesma forma, todas as Transportadoras integrantes a esse sistema, também tendem a cair.
    Até seus equipamentos poderiam ser vendidos.
    Seus Alvarás de Funcionamentos também deveriam ser extintos (de todas as Transportadoras vinculadas), só dessa forma o Cartel deixaria de existir e todos os Seus comandantes também deveriam ser presos.
    A JSL, se quer ter legitimidade operacional, nem deveria tentar comprar essa Empresa, pois poderia se expor e de considerada integrante a essa Facção Criminosa.

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