Pela segunda vez, Cade arquiva inquérito de corretoras de criptomoedas contra seis bancos brasileiros

Para órgão antitruste, “ausência de indícios de infração à ordem econômica” justificou o fim do procedimento.

Em nota assinada pelo superintendente-geral substituto, Diogo Thomson de Andrade, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) informou o arquivamento do inquérito movido por corretoras de criptomoedas contra seis instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Santander, Inter e Sicredi. No despacho publicado no Diário Oficial da União dessa segunda-feira (25), Andrade alegou “ausência de indícios de infração à ordem econômica”.

O inquérito foi aberto em 2018, a pedido da Associação Brasileira de Criptomoedas e Blockchain (ABCB). A entidade encaminhou e-mail ao Cade acusando os grandes bancos de limitar ou dificultar o acesso de corretoras de criptomoedas ao sistema bancário.

O procedimento administrativo foi instaurado pelo órgão antitruste, que o encerrou em 2019. Em abril de 2020, O Cade reafirmou o arquivamento. Em maio do mesmo ano, a ABCB conseguiu reativar o inquérito, que foi novamente arquivado na última segunda-feira.

A ABCB foi criada pela Atlas Quantum. A empresa envolveu-se em um dos maiores esquemas de pirâmides financeiras no país.

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